sexta-feira, 5 de junho de 2009

Agora um assunto mesmo muito sério

É do conhecimento geral do meu ciclo de amizades e conhecimentos que por ironia do destino o filho duma das minha amigas mais importantes deparou-se (ele e todos os que o rodeiam) com a realidade que é ter um filho com necessidades especiais.  Descobri através deles o que é viver com uma pessoa com defeciência e por ignorância minha nunca tinha aprofundado muito sobre o assunto mas descobri coisas maravilhosas mas também coisas que me revoltam e que de deixam irada de raiva. Descobri que um menino com paralisia cerebral nos pode ensinar mais sobre a vida do que muitos sábios ou intelectuais pois ele "fala" comigo com o coração e não com palavras vagas e tantas vezes sem sentido. Descobri as dificuldades com que todos os dias os familiares de crianças especiais se deparam e, confesso, é assustador! 
Hoje tomei conhecimento que um amigo do meu Princepezinho está a fazer uma petição pública para conseguir uma cadeira de rodas que é uma coisa astronomicamente cara (como se de um luxo se tratasse) e gostava de vos pedir para ajudarem a mãe Grilinha a conseguir a cadeira para o seu JP.
Se hoje se sentem confiantes e solidários com assuntos realmente sérios então ajuem esta mãe a dar uma maior qualidade de vida ao seu filho.

Para saberem toda a historia do JP basta carregarem AQUI

Para saberem toda a história do meu amigo Principezinho carreguem AQUI 

Não é fácil ler histórias como estas mas pior é que é uma realidade com que constantemente são barrados e todos os dias têm de lutar por eles e pelos filhos deles que precisam e que tantas vezes lhes negam ajuda.

Peço-vos que ajudem como puderem. Podias ser tu a precisar desta ajuda! Obrigada!

3 comentários:

verita... :) disse...

Tens um coração de ouro amiga... infelizmente nem todas as pessoas tem o coração e a mente aberta para essas crianças tao especiais e para a relaidade cruel a que sao submetidos no seu dia a dia...

uma beijoka... és uma amiga a valer****

Pumenta disse...

É neste espírito de solidariedade que eu acredito e não nas campanhas megalómanas às portas dos supermercados ou em campanhas de angariações de fundos que na grande maioria das vezes não se sabe para onde vão os seus dividendos.

É procurar junto das pessoas que nos acompanham ao longo da vida e se as ajudar-mos, garantidamente que terão melhores resultados do que encher a despensa de algum pobre que se habitou a ir ao Banco Alimentar buscar o cabaz e por isso julga que não precisa de trabalhar para o pão lhe vir parar à mesa.

Por mim, podes contar com a minha ajuda... possível, claro.

Gorby disse...

Sabes o que acho? Acho que a grande maioria das pessoas deveria pensar que existe quem precise delas, de que existem no mundo crianças e outros em dificuldades monetárias, de saúde, familiares, o que seja. O problema é que muita boa gente só se lembra que os problemas existem quando lhes toca directamente!